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sábado, 27 de outubro de 2012

Entrevista com Nando Mello, um dos melhores baixistas do país


O baixista fez show em Frederico Westphalen, no Les Paul Rock Pub no sábado, 20, e conversou com a nossa equipe

Nando Mello começou a tocar contrabaixo em Gravataí, no Rio Grande do Sul, em 1989. Em 94, montou sua própria banda de hard rock chamada Alma Beat, onde compôs suas primeiras músicas. Quatro anos depois, atendendo a um anúncio de jornal feito pelo baterista Aquiles Priester, fez um teste para entrar na banda de heavy metal Hangar, onde foi efetivado em 1999.

Depois de gravar e lançar discos com o Hangar no Brasil, Europa e Japão, em 2009 Nando foi eleito pelos leitores da revista especializada Roadie Crew, o quinto melhor baixista do Brasil, e pelo site Whiplash, o terceiro melhor baixista do país. Anualmente, Nando é eleito como um dos dez músicos mais conceituados do metal nacional pela imprensa especializada. Além de realizar uma série de atividades ligadas à música como workshops e workshows, Nando se apresenta, em toda Região Sul, com sua banda cover Riffmaker. O baixista fez show em Frederico Westphalen, no Les Paul Rock Pub no sábado, 20, e conversou com a nossa equipe. Confira a entrevista:

AU: De onde surgiu a ideia de criar uma banda cover?
Nando Mello: Essa ideia é minha e do Marcelo Rodrigues, nós sempre tivemos vontade de ter, além do trabalho autoral, uma banda que tocasse o que a gente ouvia quando era adolescente e aí nós montamos a Riffmaker em 2007, para se divertir e para preencher as datas. Por sorte ou curiosidade, o primeiro show da volta da Riffmaker é aqui em FW.

AU: Como é ser considerado o terceiro melhor baixista do Brasil?
Mello: Eu nunca penso nisso de ser o melhor, até porque o melhor não quer dizer que é o que toca mais. Na verdade, o melhor é o mais lembrado e isso envolve os trabalhos da banda, os workshops que a gente faz em todo Brasil, então isso acaba se revertendo em popularidade, porque existe mais aproximação. Fiquei muito feliz porque eu fiquei em terceiro lugar e os dois primeiros são lendas da música. Isso te dá um respaldo de que você está fazendo algo certo.

AU: Qual o último trabalho do Hangar e como está a divulgação e a aceitação por parte do público?
Mello: O último trabalho do Hangar é o DVD “Haunted By Your Ghots in Ijuí – RS” que nós gravamos em Ijuí, em dezembro do ano passado, e lançamos em setembro. O DVD está tendo uma ótima repercussão, porque está sendo uma ideia inovadora, nenhuma banda de heavy metal lançou um CD e DVD em acústico, então a gente cresceu muito o público da banda com esse trabalho.

AU: Que bandas você está ouvindo ultimamente?
Mello: Eu sou bem chato com banda, eu gosto de bandas bem tradicionais, mas eu escuto outras coisas também. Estou ouvindo bastante Alter Bridge e Paramore. Eu gosto muito de música pop também, Lady Gaga e Madonna. Gosto muito de mulher cantando, desde Britney Spears até Beyoncé, porque tem um detalhe muito importante, essas músicas são muito bem feitas e são muito radiofônicas, elas não fazem sucesso do nada.


Foto: Rodolfo Sgorla da Silva

Fonte: Jornal O Alto Uruguai

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Entrevistas Hangar na Rádio Progresso

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Entrevista Nando Mello para revista IB&T Bass Festival



Revista IB&T Bass Festival nº 17 - Outubro/2012 - Págs. 62/65

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Entrevista com a banda Hangar


O Hangar dispensa maiores apresentações e, apesar de 15 anos de trajetória, pode-se considerar que é uma das mais importantes bandas do cenário nacional. Realizei esta entrevista com Nando Mello e Aquiles Priester, onde falam sobre a carreira, e demonstram que, quando alguém se propõe um objetivo, pode sim alcançá-lo, mostrando que a cena nacional ainda tem força.
Vicente - Após 15 anos de uma bem sucedida carreira, qual a avaliação que fazem da trajetória do Hangar?

Nando Mello – Acredito que tudo aconteceu ou está acontecendo no seu devido momento. Para chegarmos até 2012 tivemos que passar por todas as experiências como uma banda iniciante de 1997 até 2001, por exemplo. A grande diferença é que sempre vivemos tudo com muita intensidade. O nível de exigência entre nós mesmos sempre foi muito grande e talvez isso tenha contribuído bastante para chegarmos 15 anos depois ainda vivos na cena.

Aquiles Priester – Num momento em que a maioria das bandas está reclamando da falta de shows, temos problemas para encaixar tudo que queremos fazer na nossa agenda. Somos muito gratos a todos os nossos fãs que nos dão forças para seguir adiante. A nossa história ainda está no começo... Agora que estamos realmente nos divertindo... O pior já passou.

Vicente - O mais recente disco de inéditas da banda é o “Infallible”. Como foi a gravação do mesmo, rolou tudo como esperavam?

NM – Muita gente achava que não superaríamos a saída do Nando que foi antes da gravação. Eu me lembro que nem tivemos tempo para lamentar, saímos direto de uma situação ruim e 10 dias depois estávamos em um sítio compondo o CD. O que era para ser uma crise acabou sendo uma benção. Eu acho que o “Infallible” foi um disco de transição. Conseguimos direcionar a banda para um público bem maior com composições que de certa forma eram diferentes dos outros CDs, principalmente no formato.

AP – Acho que foi o disco mais espontâneo da nossa carreira. Marca bem a época que estávamos vivendo e isso nos deu músicas que já viraram clássicos no nosso repertório. Ampliamos muito o nosso público e não perdemos o que temos de mais importante na nossa essência: o poder das nossas apresentações ao vivo.

Fonte: Hangar: mostrando que a cena nacional ainda tem força - Entrevistas http://whiplash.net/materias/entrevistas/162358-hangar.html#ixzz25c7GZ1yu

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Entrevista com Aquiles Priester


Jornal Correio do Papagaio Edição 754 de 30/08/2012

domingo, 8 de julho de 2012

Entrevista Nando Mello no site Arena Heavy

Baixista da banda Hangar desde 1999, Nando Mello concedeu uma entrevista ao Arena Heavy onde relembra as fases da banda, fala do MOA e das inovações que o Hangar trouxe para a cena metal do Brasil. Confira.    

Por: Lizane Sabec


Arena Heavy: Como é o seu processo criativo de composição?

Nando Mello: Pensando em músicas desde o ínicio da composição, quase 100% são feitas no violão. Músicas como To Tame a Land ou When the Darkness Takes You são exemplos disso. Depois tem algumas partes que nascem de simples instrumentais, por exemplo a sequência de acordes iniciais de Infallible Emperor 1956 que foi feita antes mesmo de eu entrar no Hangar. Às vezes eu contribuo somentetraduzindo uma ideia, como aconteceu com Solitary Mind e Haunted by Your Ghosts que vieram através do Aquiles e eu apenas saquei o que ele queria através de uma sequência de acordes e até mesmo inversões. Mas o grande barato mesmo é que nos desprendemos e dividimos a composição sempre entre a banda. Cada um dá uma contribuição própria e a soma de todos é que faz a verdadeira composição do Hangar. Outro detalhe que pouca gente sabe é que gosto muito de criar ou tentar criar músicas em português mesmo, tocadas no violão. Uma coisa bem intimista que eu guardo com muito carinho e faz parte das minhas raízes musicais de longo tempo. Coisas que eu escutava a muito tempo como Beto Guedes, Kleiton e Kledir, Roupa Nova, 14 Bis, Milton Nascimento. Acho legal esse lance de tocar violão e cantar, embora eu seja um péssimo cantor.

Arena Heavy: O que você almeja profissionalmente?

Nando Mello: Pensando como artista de uma banda de heavy metal consegui muito reconhecimento nos últimos quatro anos. O  retorno que tenho do trabalho com a banda tem sido gratificante, tanto de fãs da banda quanto de empresas apoiadoras do que faço. Eu sempre fui uma pessoa que trabalha para chegar até um determinado objetivo. Estou trabalhando para manter isso e levar adiante a minha banda que é o Hangar. Estou tentando ser um profissional eclético. Sou muito ligado em escrever, tenho um blog onde tento colocar esses textos, em geral sobre música. Tenho outras atividades que não são as de baixista, mas estão dentro do cenário musical. Eu almejo profissionalmente ser um cara completo. Não me passou em nenhum segundo pela minha cabeça desde 1999 quando entrei na banda que eu seria apenas o baixista de uma banda de metal. Esse mes lanço o meu site www.nandomello.net onde coloco bem essa questão na própria estrutura do site, desenvolvido pelo meu amigo João Duarte da Jduarte Design. Lá estão todas as minhas aspirações reunidas, desde baixista do Hangar até a divisão das minhas opiniões através do blog, passando pela parte que eu chamo de “empresa”, que é uma das partes que eu mais gosto. 

Arena Heavy: Quais são seus planos para o segundo semestre de 2012?

Nando Mello: Estaremos lançando o DVD “Hangar Haunted by your Ghosts in Ijui – RS“ em setembro. Ainda em setembro temos a Expomusic em São Paulo, onde sempre temos muitas atividades. Tenho também vários workshops, aulas, master classes e palestras com o Aquiles já agendadas por todo o Brasil. Em agosto estaremos no Rio Grande do Sul e em setembro no Nordeste. Em novembro temos um show do Hangar agendado para Goiânia. Se tudo der certo nesse semestre começamos a desenhar o que será o novo CD do Hangar para 2013.

Confira Entrevista Completa em: http://arenaheavy.com.br/index.php?pagina=1535

domingo, 13 de maio de 2012

Entrevista com Nando Mello



Em seus mais de dez anos de existência, a banda de heavy metal  "Hangar" passa por uma das suas melhores fases com o lançamento do álbum "Acoustic, But Plugged In!" (2011) e, ainda mais recentemente, o aguardado DVD "Haunted by your Ghosts in Ijuí-RS".

Em ambos os registros a banda gaúcha, formada por Aquiles Priester (bateria), Nando Mello (baixo), Eduardo Martinez (guitarra), Fábio Laguna (teclados) e o novato André Leite (vocais), mostra uma faceta atípica a música pesada, o formato acústico. Contudo, tal formato não foi um desafio inesperado ao "Hangar", pois o grupo já havia realizado algumas apresentações desplugadas. Enfim, além de ser um belo cartão de visitas para o novo vocalista (André Leite), "Acoustic, But Plugged In!" celebra de forma surpreendente a história do "Hangar" em ótimas releituras exibindo, oficialmente, a versatilidade do "Hangar" e, por que não, do heavy metal.

Em meio a essa ótima fase, tive oportunidade de entrevistar o baixista Nando Mello - que topou responder-me algumas perguntas focadas nas atuais produções acústicas do "Hangar". Claro que alguns outros tópicos não foram excluidos... Confiram abaixo.

Hangover-Music: Em outras oportunidades, o "Hangar" já havia realizado algumas performances acústicas. Porém, como surgiu o interesse em, finalmente, gravar um álbum inteiramente nesse formato?
Nando Mello: Várias composições do "Hangar" surgiram no violão. Além disso, justamente por, desde 2008, termos feitos shows acústicos resolvemos registrar isso em CD. Todos os músicos da banda tem uma afinidade com esse formato mais intimista. Além disso, também tivemos a necessidade de levar nossa música a lugares menores como livrarias, pubs etc...  o acústico é o formato ideal para isso.

HM: Além do DVD ao vivo, o "Hangar" já gravou dois vídeos para para promoção do disco ("Based on A True Story" e "Haunted by Your Ghost). Levando em consideração que "Acoustic, But Plugged In!" é um trabalho bem a parte, de que forma essa experiência acrescentou a carreira do "Hangar"? Melhor... de que forma o público vem recebendo esse trabalho?
NM: Tem sido ótima! Recebemos o apoio total do público. Essa coisa de fã de metal ser bitolado, restrito eu acho que não existe mais... Pelo contrário, por onde passamos nos parabenizam pela grande coragem e inovação. Eu acredito que um músico pode ir além de suas fronteiras e ser a primeira banda de heavy metal brasileira que grava um CD inteiro acústico nos orgulha muito. Estamos sempre querendo trazer algo novo para o nosso público e a aceitação foi tremenda. Por exemplo, já ouvi muito fã me dizendo que hoje a  irmã mais nova e até a mãe escutam "Hangar" por causa do acústico! Isso é muito legal. Eu acho que a gente tá realmente fazendo algo a favor do metal nacional. Estar na cabeça das pessoas, não importa se a música tem guitarra ou violão. Na minha visão, estamos levando o metal adiante no país mesmo, como disse antes, com um disco que não tenha nenhuma guitarra. Este álbum foi o nosso trabalho que mais vendeu em menos tempo!  

HM: Bem,  o vocalista André Leite debutou como vocalista na gravação deste álbum, sendo “Haunted By Your Ghosts” a primeira gravação inédita com sua participação. Como vem sendo a aceitação do músico? 
NM: André foi muito bem aceito. Ele entrou na banda aos "45 do segundo tempo", quando o estúdio já estava marcado e o Humberto Sobrinho teve que deixar a banda. Sempre dirigido pelo produtor e baterista da banda Aquiles Priester, ele interpretou muito bem as músicas. Enfim, não tivemos problemas na gravação.

HM: Aproveitando, que motivos levaram a saída do vocalista Humberto Sobrinho?
NM: Problemas pessoais fizeram com que o Humberto saísse da banda. Nada mais que isso. Uma grande voz que está lá perdida em Manaus por conta desses problemas... 

HM: Os arranjos de algumas músicas sofreram modificações significativas em relação as versões originais. "Your Skin and Bones"- que originalmente foi uma faixa bônus de "The Reason of Your Conviction" (2007) - é um bom exemplo. Como foi o trabalho da banda nos arranjos? Fora isso, como vocês selecionaram as músicas?
NM: Bem, nos reunimos durante o mês de maio de 2011 e fizemos uma pré produção, rearranjando as músicas. No início, foi bem complicado “decorar” as partes do acústico, pois já tinha as partes do “elétrico” na mão! Mas, com o passar do tempo, todos assimilaram bem as mudanças. A seleção de músicas foi basicamente a mesma que trabalhamos desde 2008... Apenas acrescentamos algumas composições do "Infallible" (2009) e uma canção inédita ("Haunted by Your Ghost"). Enfim, escolhemos as músicas como se fosse um “best of” da banda.

HM: Mudando um pouco o assunto... o "Hangar" foi uma das primeiras bandas a desistir do festival 'Metal Open Air', inclusive o Aquiles foi o primeiro a dar uma declaração que mostrasse a ‘realidade’. De que forma você avalia o ocorrido? A banda já passou por algo similar?
NM: Nunca!  Na realidade ainda hoje eu não sei bem o que aconteceu. O que posso falar é que pelo visto houve uma total falta de estrutura, bom senso e honestidade na organização do festival. Eu considero uma vergonha. Para uma banda como o "Hangar", que atravessa o país em um onibus com seis toneladas de equipamento e dez pessoas dentro foi uma falta de caráter, desonestidade e sem tamanho! Nunca colocaríamos em risco uma estrutura dessas e a vida de todos nós para percorrer, via estrada, 3.500km sem a garantia de que o festival estivesse realmente sendo sério. Nunca houve contrato, as informações eram muito lentas e  quatro dias antes do evento já cogitávamos que alguma coisa estava muito errada. Porém, o brasileiro  tem memória curta, muito provavemente essas pessoas continuarão a fazer shows por aí como se nada tivesse ocorrido...

Para conferir a entrevista completa acesse: 

quinta-feira, 15 de março de 2012

Entrevista Hangar Jornal do Interior

Jornal do Interior - 9 a 15 de março - Caderno Cultura - Pág 5

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

domingo, 9 de outubro de 2011

Heavy Metal de Propriedade

Hangar, um dos mais respeitados grupos brasileiros de heavy metal, faz o principal show de hoje no 10º Araraquara Rock

Cabelos longos e vestimentas pretas. Músicos consagrados no Brasil e fora dele e muito sentimento e criatividade na hora de tocar heavy metal. Esse é Hangar, um dos melhores grupos nacionais do estilo, que aporta pela primeira vez em Araraquara hoje, como principal atração da noite do 10º Araraquara Rock. O show está marcado para as 23 horas, no palco do Teatro de Arena. A entrada é 1 kg de alimento.

Para detalhar a apresentação deste sábado e falar sobre a carreira do Hangar, o Tô Ligado conversou com exclusividade com o tecladista Fábio Laguna. Além dele e Priester, completam o grupo Nando Mello (baixo), Eduardo Martinez (guitarra) e André Leite (voz).

Tô Ligado — Qual o repertório que o grupo apresenta na cidade?
Fábio Laguna — O show será um passeio por toda a nossa carreira. A apresentação faz parte da Infallible Tour, que divulga nosso último disco, o "Infallible". Normalmente inserimos músicas acústicas no set, mas no caso do Araraquara Rock, como é um festival, vamos tocar o mais pesado possível.

O "Infallible" é muito especial para a carreira do Hangar, certo?
Muito. Ele foi, na verdade, uma confirmação do bom momento que vivemos com o "The Reason of Your Conviction". Julgo que ele levou fortemente ao mundo a identidade do Hangar.

Gosto muito desse material e o julgo muito pessoal, com uma atmosfera muito positiva. Isso está refletido na balada "Time to Forget", por exemplo?
Você tem toda razão. Na época que compomos o material, estávamos com um sentimento de conquista e superação. "Time to Forget" é realmente muito especial. Lembro que certa vez, quando a ensaiávamos, vimos o pôr do sol ao fundo. Foi lindo!

Recentemente, o vocalista Humberto Sobrinho, que gravou o álbum, foi substituído por Andre Leite. O novo músico já está adaptado ao Hangar?
Sim. Não sei se foi obra do destino ou sorte, mas a questão é que o André é muito bom e está ‘em casa’ no Hangar. Ele já fez alguns shows conosco e foi maravilhoso.

Por que o Humberto deixou o grupo? Esta é a 3ª vez que o Hangar troca de vocalista...
Não sei o que acontece, mas acho que o André pode colocar um fim a esse ciclo. O Humberto saiu por não conseguir mais conciliar a vida pessoal com a carreira de músico. Mas ele ainda é nosso amigo e tudo ocorreu de forma muito amigável.

O Hangar foi confirmado no começo deste ano no festival. Porém, o 10º Araraquara Rock foi remarcado diversas vezes e o grupo foi mantido no cast. Um alívio para os fãs da região, que temiam a ausência do grupo para a edição 2011.
Essa notícia dos fãs chegou até a gente e ficamos felizes com o apoio de todos. Quanto ao cancelamento, a banda toda se chateou, já que recebemos a notícia às vésperas da apresentação. Ainda bem que, no final, as coisas se encaixaram e vamos quebrar tudo em Araraquara.

Na última semana, após show no Rock in Rio, o vocalista do Angra, Edu Falaschi, anunciou seu afastamento do grupo. O que você acha de tudo isso? (Já que tocou por tanto tempo ao lado do grupo e conhece bem os músicos da banda...)
Achei muito triste. Fica difícil opinar, pois não sei o que rola ao certo. Mas é uma pena o Edu parar a carreira após uma apresentação no Rock in Rio. Um artista tem de parar a carreira por cima e um show num festival do tipo seria a opção perfeita.

Isso reflete a dificuldade de um músico profissional viver de heavy metal?
Com certeza. Não há como. Eu mesmo, não faço isso. Toco de tudo. Claro que amo o metal e é nele que sinto o maior prazer atrás do teclado.

Planos
O Hangar continua com a Infallible Tour até o ano que vem, quando deve fazer uma pausa para recuperar as baterias.


sexta-feira, 3 de junho de 2011

Entrevista com Hangar

Há quanto tempo a banda foi formada? Quem são os atuais integrantes?
Nando Mello – A banda foi formada em 1997 pelo Aquiles Priester que é o único membro remanescente daquela época. A formação atual é Humberto Sobrinho nos vocais, Eduardo Martinez na guitarra, Aquiles Priester na bateria, Fábio Laguna nos teclados e eu no baixo.

Por que criar uma banda?
Eduardo Martinez – Essa é uma pergunta que eu me faço todos os dias... Comecei minhas atividades no Hangar em dezembro de 1999 substituindo o primeiro guitarrista. Fui convidado pelo Nando Mello, testado e aprovado após alguns ensaios. Sou músico, dei duro pra isso e fazer parte de projetos musicais é uma parte importante e possível da vida de músico. Alguns desses projetos, por uma série de motivos, principalmente o profissionalismo, se destacam e permanecem produzindo boa música, shows e eventos. É o caso do Hangar.
Nando Mello – Entrei para o Hangar em um momento em que estava desistindo de tocar e a banda conseguiu reverter totalmente este processo. O que me chamou a atenção foi a disposição para os desafios. Em 1998 o Hangar já era uma banda pronta para lutar por um lugar no cenário.
Fábio Laguna – Eu fui convidado a integrar o Hangar de forma curiosa. Na verdade, fiquei sabendo que me tornei integrante ao ler uma nota em uma revista, rsrs... Ninguém havia me falado nada sobre isso. Foi uma grata surpresa.

Já tiveram outros integrantes? Qual motivo da saída deles?
Nando Mello – Sim, a banda já teve outros integrantes que ao longo dos anos foram nos deixando por motivos pessoais ou profissionais. Em compensação existem quatro integrantes que já estão há 10 anos juntos, Aquiles, Fábio, Martinez e eu. Isso faz com que nos conheçamos bastante e tenhamos objetivos bem parecidos.

Quantos CD's a banda possui?
Nando Mello – Temos quatro CDs lançados. Last Time, de 1999, Inside Your Soul, de 2001, The Reason of Your Conviction de 2007 e Infallible, de 2009;
Humberto Sobrinho – São aproximadamente 48 músicas divididas em quatro discos.

Quais as principais influências da banda?
Nando Mello – Cada integrante tem as suas próprias influências. Eu por exemplo gosto mais de música dos anos 70 tanto nacional quanto internacional, mas também gosto de pop rock atual. Juntamos tudo isso na hora de compor.
Humberto Sobrinho – Temos várias influências musicais na nossa formação, aliás, acho isso muito importante, pois não ficamos presos a nenhum rótulo ou um único estilo musical. Para nós, o mais importante é a qualidade da música que compomos, seja lenta ou rápida, balada ou agressiva. No entanto, podemos dizer que procuramos compor uma mescla entre Heavy Metal tradicional com Rock Progressivo, associando ao Heavy Melódico.

Confira entrevista completa em:

segunda-feira, 7 de março de 2011

Entrevista Banda Hangar

Entrevista com a banda Hangar falando sobre o novo cd Infallible e a tour! Confiram!
HMBR: Antes de começarmos as perguntas de fato, contem pra gente como tem sido fazer a Infallible Tour 2010/2011.

Hangar: Sensacional. Foram mais de 60 shows de abril até novembro. Temos viajado com todo o nosso equipamento no Infallibus e tem sido muito legal.

HMBR: Vocês tiveram experiências através de bandas 'reais' ou bandas cover até chegarem ao Hangar. Além disso, os integrantes são de partes diferentes do Brasil, onde estilos musicais igualmente diferentes são tradicionais. Isso chegou a influenciar o "caráter musical" de vocês? De saber o que vocês gostariam ou não de tocar, cantar, compor..E por aí afora.

Hangar: As influências de cada um estão sempre presentes e cada as leva na hora de compor. Na soma geral sai o que gostamos de fazer, metal, rock. Nossas diferenças musicais somam e não subtraem na hora de compor. Isso é muito legal pois o leque é muito grande mas o resultado final é power, metal, rock.


quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Entrevista com Nando Mello

Uma das maiores bandas do Heavy Metal Nacional que vem crescendo muito nos últimos anos e reconhecida não só no Brasil, mas no exterior também. A banda foi formada em 1997 e dos seus membros originais, só um velho conhecido de todos nós, que é o baterista Aquiles Priester, que teve uma passagem duradoura e marcante no Angra. A banda lançou seu último álbum intitulado “Infallible” em 2009, que foi a estréia de Humberto Sobrinho no vocal após a saída de Nando Fernandes e conta detalhes sobre esse álbum e sobre a tour que ainda será feita nesse ano. Quem respondeu à nossa entrevista foi Nando Mello, baixista da banda.


Roque Veloz: Olá galera do Hangar! Gostaria de dizer que é uma honra recebê-los no nosso blog e desde já agradeço por nos conceder essa entrevista.

Em 2009 a banda teve uma grande perda quando Nando Fernandes deixou os vocais. Como foi a reação da banda em relação à saída do Nando?
Nando Mello: A reação foi a imediata disposição de continuar o nosso trabalho. Não tinhamos outra alternativa do que esquecer e tocar o barco pra frente. Este negócio de ficar lamentando isso ou aquilo não passa pela nossa cabeça. Seguimos em frente.

Roque Veloz: E a chegada do Humberto? Como foi o processo para selecioná-lo e a adaptação dele na banda?
Nando Mello: Abrimos imediatamente um processo seletivo onde mais de 140 pessoas mandaram material e o Humberto foi o cara que se adaptou a nossa forma de trabalho rapidamente. Ele é um excelente vocalista, canta tudo e ainda sabe como trabalhar e valorizar o que tem na sua mão. Não foi dificil optar por ele para o posto.

Entrevista completa no site:

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Entrevista com Humberto Sobrinho

Humberto Sobrinho começou a cantar em 1994 na banda Malefic (Metal Extremo), e em 1997 integrou a banda The Duellists (Heavy Metal), no Recife. Logo em seguida, foi morar em Manaus, em 1998, integrando a banda Somniator, quando em 2000, foi convidado pela Glory Opera para gravar um cd demo. Hoje o cara é vocalista do Hangar, que conta ainda com Aquiles Priester na bateria, Fábio Laguna no teclado, Nando Melo no baixo e Eduardo Martinez na guitarra. Confira a entrevista:


Full Rock: Você é natural de Recife e foi morar em Manaus. Seu interesse em estar inserido em alguma banda surgiu já em Recife ou em Manaus?

Humberto Sobrinho: Sim, nasci e cresci em Recife/PE. Comecei a cantar no banheiro de casa, ouvindo e cantando o Live After Death do Iron, bem como o Powerslave, pois tinha o Bruce Dickinson como meu maior ídolo na época. Eu tinha uns 12 ou 13 anos na época. Já aos 20 anos mais ou menos, formei uma banda de Death Metal, que não foi muito pra frente, pois o dono do estúdio onde ensaiávamos não aguentou o barulho e ficamos sem ter onde ensaiar (risos). Em seguida, entrei numa banda de Hard Rock chamada The Duellists, e só pelo nome já dá para deduzir que era bem no estilo da Donzela de Ferro (risos).

Depois fui morar em Manaus e fui dando seguimento à carreira musical e fui estudar canto no Centro Cultural Cláudio Santoro, onde aprendi a ler música e fiz parte do Coral Jovem daquela instituição.

sábado, 4 de setembro de 2010

Entrevista com a Banda Hangar

O Hangar está atualmente em turnê de divulgação de seu novo álbum “Infallible” e, ao passar pela cidade de Presidente Prudente, em São Paulo, aproveitei a oportunidade para conferir o show e fazer rápida e divertida entrevista exclusiva, que concederam gentilmente e você confere abaixo. Os vídeos mostram os músicos na estrada, no dia-a-dia de uma banda brasileira de metal.

01 – Qual era a idéia inicial da banda? Vocês se consideram heavy metal melódico?
Aquiles: Nós começamos com a intenção de tocar covers, por diversão mesmo, mas os shows foram crescendo e automaticamente a decisão de fazer músicas próprias apareceu. A idéia nunca foi de rotular o som, mas simplesmente de fazer um som com a nossa cara.

02 – Como foi o processo de composição do álbum “Infallible” (2009)?
Aquiles: Nós tínhamos um prazo, então nos reunimos num sítio e ficávamos compondo 10 horas por dia. Já tínhamos mais ou menos a idéia do que queríamos, então começamos com o esqueleto e depois lapidamos as músicas. A primeira a ficar pronta foi “Time To Forget”, e em uma semana tínhamos nove músicas prontas.

03 – Vocês já pensaram em desistir? Quais são as maiores dificuldades?
Martinez: Pensar em desistir? Claro, todo dia! (risos)
Laguna: Recentemente recebemos um sinal de que não devemos parar, não é todo dia que se tem 16 shows marcados para fazer em um único mês.
Aquiles: O difícil não é atender os fãs, nem viajar, muito menos fazer os shows. Difícil mesmo é conviver com os mesmos caras todos os dias. (risos) Quando tem os “Day off” (dias de folga) todos somem e só se encontram mesmo no outro dia no horário marcado, e isso é bom pois alivia a cabeça e também é bom a gente sentir um pouco de saudade um do outro. (risos)

Entrevista completa: http://ambientemusical.net/am/?p=2890

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Papo entre ídolos

Aquiles Priester, baterista do Hangar, era fã de Paul Di Anno, quando o inglês era líder do Iron Maiden. Anos depois, o brasileiro foi convidado a gravar um CD com Paul e sair em turnê. Dez anos após essa tour, os dois se encontrarão novamente em Fortaleza. Portanto, nada melhor que o próprio Aquiles para entrevistar Di Anno.

Como está sendo essa sua nova turnê comemorando os 30anos de lançamento do 1º disco do Iron Maiden?

Os primeiros shows foram incríveis, estou muito feliz com a receptividade do público. Estou muito ansioso por essa turnê, principalmente pelo fato de poder chegar a cidades onde a muito tempo eu não visitava, como por exemplo, Fortaleza.

Enquanto você está tocando essas músicas hoje em dia, você encontra alguma relação ou lembrança da época em que você as tocava com o Iron Maiden?

Na verdade, não.O contexto é outro. Não fico pensando na época que eu estava no Maiden. No entanto, algumas músicas realmente me tocam quando as executo, algumas músicas que eu não cantava há muito, muito tempo, e o maior exemplo que posso citar é a música “Strange World” (do primeiro álbum do Iron Maiden)

Confira entrevista em:
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=831215

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Entrevista com Nando Mello

Álvaro - Primeiramente vou pedir para que você fale sobre o mais recente álbum do Hangar, Infallible.

Nando Mello - Infallible foi composto e gravado no primeiro semestre de 2009. Em janeiro, cerca de 30 dias antes do início das composições, havíamos recebido a notícia do desligamento voluntário do nosso antigo vocalista, o que deveria ter provocado um entrave neste processo, mas o que aconteceu é que tivemos mais força ainda para buscar um substituto e seguir em frente. Podemos dizer que não deixamos a “peteca cair” em nenhum momento. Em fevereiro já tínhamos o esboço de praticamente todas as músicas e em março todas estavam prontas. O disco foi gravado em um sítio na cidade de Tatuí, interior de São Paulo na unidade móvel do Estúdio Daufembach. Paralelo às composições selecionamos o novo vocalista, Humberto Sobrinho. Sem dúvida é o nosso trabalho mais solto, onde não pensamos muito em um direcionamento, apenas fomos compondo o que tínhamos vontade no momento. Por isso pela primeira vez temos músicas mais cadenciadas ou “baladas” como costumamos dizer ao lado de músicas mais pesadas na linha tradicional do Hangar. A resposta veio na aceitação do público.

Álvaro - Agora fale um pouco sobre como está sendo para você ver os resultados obtidos com a incrível
The Infallible Tour.

Nando - Até o momento, temos obtido um sucesso enorme de público. Onde passamos as pessoas respondem com positividade ao show. Temos uma previsão de cobrir todas as regiões do país até o final do ano. Nossa expectativa é de cerca de 50 eventos em 9 meses deste ano, o que é um resultado excelente no cenário atual do metal brasileiro. A presença de novos fans tem chamado muito a nossa atenção. Quem viu o show da tour anterior está voltando e encontrando uma banda muito mais madura e segura no palco.

Confira entrevista completa em:
http://makingthemusic.blogspot.com/2010/07/entrevista-com-nando-mello.html

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Entrevista com Hangar no site Whiplash!

A banda HANGAR, que está atualmente numa grande turnê de seu novo álbum "Infallible", concedeu uma entrevista exclusiva contando além de outras coisas, como está sendo a recepção dos fãs com o novo álbum, a turnê que fariam com o Paul Di'Anno e como funciona o processo de composição das músicas.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Entrevista com Hangar no site Rockbox

Na última quinta-feira, 1º de Abril, a Hangar lançou em Porto Alegre o seu mais novo álbum, Infallible. Solícitos e atenciosos, os músicos concederam ao RockBox uma entrevista logo após a passagem de som no Revolution Music Pub. Confira no site http://rockbox.com.br/2010/04/05/entrevista-hangar/

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Entrevista para o site Rock Way

Confira entrevista realizada com a banda Hangar no site Rock Way.

www.rockway.com.br/index.php/2010/01/entrevista-exclusiva-com-a-banda-hangar/